Estúdio Farol
Processo
O percurso é sempre o mesmo, do primeiro telefonema ao acompanhamento do produto em uso. Cada etapa tem um entregável concreto, uma duração estimada e um ponto de decisão no fim, onde pode continuar, ajustar ou parar.

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01
Conversa inicial
Uma hora para perceber o problema, quem o sente e o que já foi tentado. Não cobramos esta conversa e não trazemos apresentação institucional.
Saímos com uma ideia de âmbito e com uma resposta honesta: se o problema não for para nós, dizemos e, sempre que podemos, indicamos que tipo de parceiro faz sentido procurar.
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02
Descoberta
Uma a três semanas de entrevistas, observação, leitura do que existe e desenho de fluxos, com envolvimento de quem vai usar o produto todos os dias.
Entregamos mapa de fluxos, lista de regras de negócio, riscos identificados e um protótipo navegável. Esta fase é contratada à parte e o que dela resulta é seu, mesmo que decida não avançar connosco.
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03
Desenho e arquitetura
Fechamos a interface das áreas estruturantes, o modelo de dados e as decisões técnicas de fundo: onde corre, como se autentica, como se escala, como se recupera de uma falha.
Cada decisão estruturante fica registada num documento curto com o contexto, as alternativas consideradas e a razão da escolha. É o que permite a quem entrar daqui a dois anos perceber o sistema sem arqueologia.
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04
Construção
Ciclos de duas semanas, cada um com objetivo definido no início e demonstração no fim, num ambiente de ensaio onde pode experimentar com dados realistas.
Testamos automaticamente o que dói caro quando falha: cálculos, regras de faturação, permissões e integrações. O resto é coberto por revisão de código em pares e por verificação manual antes de cada passagem.
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05
Lançamento
Passagem a produção planeada, com plano de recuo escrito, migração de dados ensaiada previamente e formação das pessoas que vão usar o sistema.
Escolhemos sempre uma janela de baixa utilização e ficamos disponíveis nas horas seguintes. Quando o risco é elevado, lançamos primeiro para um grupo reduzido e alargamos depois de alguns dias de utilização real.
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06
Acompanhamento
Nas primeiras semanas acompanhamos de perto: monitorização ligada, correções rápidas e recolha do que os utilizadores dizem no dia a dia.
Depois, se quiser, entramos em contrato de manutenção com horas reservadas por mês. O produto continua a mudar, e é melhor que mude com quem o construiu do que aos solavancos, de seis em seis meses.
Em projetos pequenos, as etapas de descoberta e de desenho podem juntar-se numa só semana intensiva. A ordem, essa, não muda: primeiro percebemos, depois decidimos, só então construímos.
Manutenção
O produto só começa no dia do lançamento
A maior parte do custo de um produto digital não está na construção inicial: está nos anos seguintes, em atualizações de segurança, mudanças de regras, pedidos novos e casos raros que só aparecem com utilizadores a sério. É aí que muitos projetos se degradam, porque ninguém orçamentou esse tempo.
Por isso propomos sempre um contrato de manutenção desde o início, com horas reservadas por mês, prioridades acordadas e um relatório escrito do que foi feito. Se num mês não houver incidentes, as horas vão para melhorias — nunca se perdem nem se transformam numa fatura sem explicação.
- Horas reservadas todos os meses, com prioridades definidas consigo
- Monitorização ativa e alerta antes de o problema chegar aos utilizadores
- Atualizações de segurança e de dependências feitas em janelas combinadas
- Relatório mensal em linguagem simples, sem jargão nem números decorativos


Tem um produto em mente ou um sistema que já não chega?
Conte-nos o problema em duas ou três frases. Respondemos no mesmo dia útil com uma primeira leitura, uma ideia de âmbito e a indicação honesta de se somos ou não o estúdio certo para isto.